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É muito comum ouvirmos algumas coisas sobre o sexo que nos deixam desconfortáveis. Imaginando o porquê conosco é assim. E muitos acabam contando aquela “mentirinha” inocente para não serem alvo de brincadeiras dos amigos ou ter a autoestima diminuída. Por essas e outras razões, diversos mitos sobre sexo surgiram, e por ser um assunto muito delicado e até mesmo tabu para muitos, esses mitos sobre sexo acabam soando como verdades universais. Para libertar muitos de nossos leitores da dúvida, resolvemos listar os 12 mitos sobre sexo mais difundidos atualmente.

Trouxemos 12 mitos sobre sexo que foram derrubados por diversos estudos e pesquisas pelo mundo todo. Dentre eles falaremos sobre o tamanho do pênis, masturbação, filhos, sexo na melhor idade e muitos outros assuntos. Então vamos começar a desvendar esses 12 mitos sobre sexo:

1- O tamanho do Pênis determina o prazer feminino

Foi realizada uma pesquisa por um instituto médico europeu em 2002, onde centenas de mulheres foram perguntadas sobre o que é importante no sexo: 21% responderam que o comprimento era o mais importante, enquanto 32% se importavam mais com a circunferência. O mais impressionante é que somente 1% das mulheres consideram que o tamanho do pênis é “muito importante”.

Outro fator importante é que muitos homens se sentem mal com o tamanho do pênis, acreditando que são pequenos ou abaixo da média. Os mesmos costumam se basear em atores pornôs ou em histórias ouvidas por amigos. A verdade é que o comprimento usual de um pênis ereto varia de 9 a 16 cm. Tendo um comprimento médio de 13 centímetros.

Portanto, não deve-se focar apenas no tamanho do pênis para dar prazer a mulher. A forma como o sexo é conduzido é muito mais importante que o tamanho do pênis em si.

2- Masturbação acaba quando um relacionamento inicia

Uma universidade de Chicago entrevistou diversas pessoas relacionadas em um estudo sobre sexualidade. Perguntando se os indivíduos mantinham o hábito de se masturbar, mesmo em um relacionamento estável.

A conclusão foi que 85% dos homens continuam se masturbando mesmo em um relacionamento estável, enquanto 45% das mulheres mantinham esse ato sexual de prazer. Outro fator interessante é que a idade dos entrevistados também alterou o resultado. Os homens se masturbam mais frequentemente na juventude, enquanto as mulheres passam a se masturbar com mais frequência após os 30 anos.

A masturbação é um comportamento natural do ser humano, e não há limites de idade.

3- Homossexualidade é uma condição patológica

Hoje em dia, ainda existe muito preconceito envolvendo pessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo. Contudo não há nada de errado em ser homossexual. Com a ajuda da tecnologia e da era da informação, o preconceito tem diminuído muito. Em 1974 a homossexualidade parou de ser caracterizada como uma desordem psicológica.

Há estudos que mostram que 3 a 7% da população são homossexuais. Portanto a homossexualidade não é uma desordem sexual.

4- Escolher um parceiro se baseia na performance sexual

Uma série de estudos em 37 países ao redor do mundo mostrou que homens e mulheres buscam coisas diferentes na hora de escolher um parceiro, mas que em ambos os casos, os seus pensamentos se baseiam em um fator que não é a performance sexual, e sim… crianças.

É isso mesmo que você leu! As mulheres consideram as características de um homem que pode garantir condições seguras para criar seus filhos o mais importante. Como por exemplo: perspectivas financeiras, criatividade, ambições, etc. Enquanto para os homens, as características que simbolizam fertilidade (ex: juventude) são as mais importantes.

Portanto a escolha dos parceiros na maioria dos casos não leva em consideração a performance sexual. Existem outros fatores mais importantes, tais como, a criação dos filhos.

5- Homens estão sempre prontos para sexo

É muito comum o pensamento machista que o homem deve estar sempre pronto para transar ou que ele é “obrigado” a ter sexo com uma mulher que esteja a fim, mesmo que ele esteja se relacionamento com alguém ou que não se sinta atraído por aquela mulher.

Mas a verdade é bem oposta, os homens têm os mesmos direitos que as mulheres. Portanto o homem pode estar se sentindo indisposto, estar cansado. Assim como pode não estar a fim de sexo naquele momento ou sentir necessidade de criar intimidade ou um relacionamento emocional antes de transar com uma mulher. Pode ser que o contexto ou condição não seja propício e o homem deseje um clima mais erótico.

E o mais importante de tudo, o homem PODE não querer ser infiel. Assim como traições machucam os homens quando são descobertas, o mesmo acontece com as mulheres, portanto se decidiu entrar em um relacionamento, deve-se respeitar a sua parceira. E os homens que agem dessa forma devem ser respeitados e, inclusive, admirados por outros que não agem assim.

Outro fator interessante é que os homens que acreditam que são obrigados a estar sempre prontos para o sexo, apresentam mais frequentemente problemas de ereção do que aqueles que não compartilham desse pensamento.

Se não estiver a fim de sexo é só dizer, é completamente normal para os homens, assim como para mulheres.

6- A duração de uma relação sexual no mínimo leva 30 minutos

Esse é um dos mitos mais difundidos entre os homens, muitos gostam de contar vantagem dizendo que conseguem transar por longos períodos sem parar. Mas a verdade é bem diferente do que muitos fantasiam.

O tempo médio de uma relação sexual do momento da penetração até a ejaculação é de 6 a 10 minutos. Contudo esse tempo cai para 3 minutos ou menos em homens com problemas de ereção. Já para homens com ejaculação precoce, o tempo médio é de 1,8 minutos. Mas nesses casos também há tratamentos naturais, anéis penianos e géis retardantes que podem auxiliar.

Independente da condição que esteja, o tempo normal é mais que o suficiente para dar prazer a ambos se houver sintonia entre o casal, principalmente com boas preliminares. Além disso, tempos muito longos podem ser até incômodos para a maioria das mulheres.

7- Sexo é uma atividade diária para a maioria dos casais

A frequência sexual pode variar drasticamente dependendo da rotina do casal. Hoje em dia, muitos casais trabalham e possuem filhos, então não têm o mesmo tempo livre que outros possuem. Mas podemos ter uma média utilizando vários casais que foram entrevistados e informaram a frequência de suas relações sexuais:

Quase metade dos casais entrevistados (45%) informou que fazem sexo algumas vezes por mês, 34% informaram que transam de 2 a 3 vezes por semana, e apenas 7% afirmam transar 4 ou mais vezes por semana.

No outro lado da pesquisa, temos 13% que afirmam transar apenas algumas vezes por ano, e apenas 1% informa não ter nenhuma relação sexual durante um ano inteiro.

Baseado nas pesquisas, podemos dizer que a maioria dos casais têm sexo de 1 a 2 vezes por semana.

8- Os homens devem sempre fazer a mulher alcançar orgasmo

As experiência sexuais mais agradáveis das mulheres estão relacionadas a sentir uma conexão com alguém, e não são inteiramente causadas pelo orgasmo.

85% das mulheres que reportam dificuldades de chegar ao orgasmo, afirmam que elas são sexualmente satisfeitas.

Não é necessário alcançar o orgasmo em todas as relações sexuais. O mais importante é o casal ter diálogo sobre o que ambos gostam e como podem procurar agradar o outro e ao mesmo tempo se sentir bem.

9- O nascimento de uma criança beneficia a vida sexual de um casal

Filhos são considerados pela maioria dos pais a coisa mais importante do mundo. Entretanto se seu relacionamento não está indo bem, não pense que ter filhos irá ajudar. Muito pelo contrário, pode piorar ainda mais as coisas.

Uma pesquisa realizada em 2008 com dois mil casais com filhos revelou um fato muito importante.

8 meses depois do nascimento, metade dos casais afirmam que a qualidade de seu relacionamento era regular, ou mesmo ruim. Dentre estes, aqueles que afirmaram que era ruim subiu de 1% antes do nascimento da criança para 20%.

Passados 4 anos após o nascimento da criança, vários casais confirmaram que o desejo e a satisfação sexual estava tão baixa quanto eles se lembravam de seis meses depois do nascimento. A frequência das relações sexuais aumentaram de menos que uma vez por mês para 1 a 2 vezes no mesmo período.

Os casais não devem pensar em crianças como forma de consertarem suas relações, e mesmo nos casos de filhos que são planejados. O casal deve cuidar de seus relacionamentos pessoais de forma a encontrar tempo para eles.

10- Material Pornográfico pode ser catastrófico para o seu relacionamento

Um estudo com 8.376 pessoas indica que o uso de material pornográfico com frequência baixa ou média tem consequências positivas no relacionamento do casal. Aumentando a frequência e qualidade do sexo, assim como a intimidade entre os casais.

Dentre as pessoas que estão em um relacionamento estável. 76,8% dos homens afirmam que assistem materiais pornográficos. Enquanto 31,6% das mulheres também usam esse tipo de material.

Além disso, quase metade dos entrevistados (44,8%) informou que algumas vezes assistem material pornográfico com seus parceiros. Portanto seu uso não prejudica o relacionamento. Pelo contrário, pode ter efeitos muito positivos.

11- Depois dos 60 anos não existe atividade sexual

Embora a atividade sexual seja reduzida conforme a idade aumenta, a satisfação sexual continua alta.

Das pessoas entrevistadas com idade entre 60 a 80 anos: 60% dos homens e 64% das mulheres estão satisfeitos com suas funções sexuais.

Não existe limite de idade para aproveitar o sexo! O que importa é ser feliz e se sentir bem.

12- Problemas sexuais são frequentes apenas com os homens

Existem várias causas de problemas sexuais, e a maioria deles afeta tanto homens como mulheres.

Podemos citar como causas orgânicas: Diabetes, hipertensão, doenças coronárias, colesterol alto, desordens hormonais, medicações e cirurgias. Esses problemas, apesar de poderem afetar a todos, são mais comuns depois dos 40 anos em ambos os sexos.

Já nas causas psicogênicas, podemos indicar problemas no relacionamento, ansiedade, depressão e baixa autoestima, como os principais fatores que causam problemas sexuais, e nestes casos a idade não costuma ser fator decisivo, afetando pessoas de qualquer idade.

Mais de 40% das mulheres e 20% dos homens enfrentam pelo menos uma disfunção sexual intensa. Os problemas sexuais são frequentes em ambos os sexos, e estatisticamente as mulheres apresentam até com mais frequência que os homens.


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