Conto Erótico: Sexo na Faculdade por um ex-virgem

Fazer sexo durante a faculdade era uma meta para mim.

Eu sobrevivi ao primeiro ano de faculdade completamente sem sexo, mas com notas razoavelmente boas. Contudo, já com dezenove anos, eu continuava virgem.

No início do segundo ano letivo, eu estava em crise existencial. A verdade é que eu sentia falta de uma companheira, e assim comecei a cogitar que talvez eu devesse voltar a me permitir envolvimento. Haviam traumas do passado que tornaram todas as minhas tentativas de sexo.

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Um dia, no segundo mês de aula, fui ao ponto de ônibus próximo a faculdade um pouco antes do horário em que costumava ir, e bem naquele dia notei uma bela garota de olhos e cabelos bem negros e uma pele bem clara, características que resultavam em um charmoso contraste. Imediatamente uma vontade de fazer sexo com ela começou a surgir.

Atração à primeira vista

Senti atração por ela imediatamente. Sutilmente, aproximei-me dela, observando-a na tentativa de encontrar algo que servisse para iniciar uma interação. Como ela utilizava relógio de pulso, perguntei que horas eram. A garota respondeu com simpatia e aproveitei para fazer algum outro comentário, não me recordo ao certo do teor, mas acho que falei sobre o clima.

Sei que foi uma aproximação ridícula, mas funcionou. Quando vi, já estávamos conversando sobre os mais variados assuntos. Ela se chamava Nicole. Quando chegamos à faculdade, nossos caminhos se separaram já no ponto de ônibus, pois Nicole estudava no bloco em direção oposta ao meu. Já naquele momento eu fiquei muito excitado ao pensar em fazer sexo com Nicole ali mesmo, dentro da faculdade. O fato de ser virgem sempre me aflorava pensamentos assim.

No entanto, antes de nos afastarmos, peguei seu telefone, como também os dados para a encontrar nas redes sociais. Ainda naquela noite, passamos horas trocando mensagens pelo celular e, ao final, combinamos de nos encontrar no ponto de ônibus no dia seguinte, no mesmo local e horário em que tínhamos nos conhecidos.

Meu segundo encontro com Nicole

No dia seguinte, assim que nos encontramos, eu a beijei no rosto e começamos a conversar como se já nos conhecêssemos há muito tempo, pois tínhamos assuntos inesgotáveis, mesmo que nessa época, eu ainda evitava o assunto de sexo durante o período de faculdade, pensando que ela poderia me entender errado. Era incrível como tínhamos afinidade! Quando já estávamos chegando à faculdade, acabamos falando sobre comida. Descobri que Nicole também gostava de culinária japonesa, minha favorita. Aproveitei o assunto e a convidei para ir a um restaurante ainda naquela noite.

Enquanto me arrumava para o encontro, cogitei que eu poderia estar indo em direção a um novo relacionamento e gostei da ideia. Resolvi não pensar muito sobre o assunto e simplesmente permitir que tudo acontecesse naturalmente. Ao anoitecer, peguei o carro do meu pai e busquei a garota em seu apartamento.

Assim que a chamei pelo interfone, ela desceu rapidamente, sem me chamar para entrar. Após o jantar, ficamos algum tempo conversando em uma praça em frente ao restaurante, e, por fim, levei-a de volta a seu apartamento. Quando chegamos, eu a beijei.

Os amassos no carro

Eu e Nicole ficamos dentro do carro por bastante tempo. Por um lado, eu estava na expectativa de que ela me convidasse para entrar; por outro, eu torcia para que as coisas não acontecessem tão afoitamente. Após muitos beijos, ela me disse que estava na hora de entrar, e fez questão de comentar ainda ser muito cedo para que eu conhecesse seu apartamento.

Conheci Nicole em uma terça-feira, ficamos pela primeira vez na quarta, pela segunda vez na quinta, e na sexta-feira já nos assumimos como namorados. No sábado, ela me permitiu subir até seu apartamento. Cogitei que nesse dia, pela primeira vez desde o início da faculdade, poderia haver sexo e fiquei nervoso, mas Nicole nem ao menos deixou que eu entrasse em seu quarto. Apenas ficamos na sala conversando com Bruna, a colega com quem dividia o apartamento.

Demorou mais alguns dias até que Nicole finalmente me permitiu entrar em seu quarto, e depois disso, outras três semanas se passaram até que ela aceitasse namorar lá dentro. Foi aí que descobri o tamanho do tormento gerado por uma calça jeans apertada, que não saía de jeito nenhum, não importa o quanto eu fizesse força.

Por cinco meses, foi assim: sempre que eu estava a sós com Nicole, a calça jeans apertada estava entre nós. Obviamente, isso não era apenas coincidência, mas, um dia, ela bobeou.

Será que chegou o dia?

Estávamos sozinhos em seu apartamento, e iríamos passear, porém antes ela resolveu tomar um banho enquanto fiquei assistindo à televisão. Eu estava entretido com um filme quando a vi saindo do banheiro e indo em direção ao quarto, enrolada em sua toalha de banho.

Para o “azar” dela, eu estava sentado bem no único sofazinho que dava vista para o corredor do apartamento. Quando ela percebeu o meu olhar, acelerou, mas imediatamente me levantei e corri em sua direção, conseguindo segurar a porta de seu quarto antes que fosse fechada.

Fiquei empolgadíssimo ao saber que minha arquirrival, a calça jeans apertada, não poderia protegê-la dessa vez. Imediatamente, agarrei Nicole e comecei a beijá-la. Ela me pediu para sair, tentando fazer uma expressão de brava, mas eu fiz um charme e ela acabou rindo. Aproveitei sua breve descontração para derrubá-la na cama e beijá-la.

Nicole não correspondeu ao beijo e, mais uma vez, pediu para eu sair. Pedido ignorado! Tentei beijá-la de novo, no entanto ela reagiu virando o rosto. Minha investida foi simplesmente beijá-la na bochecha, depois no queixo e então no pescoço. Eu beijava onde dava e do jeito que dava, e mais uma vez a fiz rir. Após mais um charme, finalmente consegui beijá-la na boca novamente, e dessa vez ela correspondeu.

Ficamos nos beijando por uns três ou quatro minutos. Quando o clima começou a esquentar, Nicole me pediu para apagar a luz. Consegui desligá-la com o pé sem soltá-la completamente, por receio de que fosse apenas uma estratégia para escapar, mas ela não se mexeu, deixando evidente que estava mesmo disposta a finalmente ceder, e isso fez meu coração disparar.

Agora sim!

A perspectiva de sexo gerou instantaneamente adrenalina em mim, pois era uma das minhas maiores preocupações, terminar a faculdade ainda virgem. Apesar do nervosismo, percebi que meu corpo estava “disposto” e segui em frente. Nas preliminares, primeiro tirei primeiro a toalha dela, depois tirei minhas roupas, até finalmente sentir nossos corpos se unindo. Enfim, eu estava fazendo sexo! Pena que não durou muito. Para ser mais claro: não durou mais do que um ou dois minutos.

Mais uma vez, eu estava passando vexame. Só me restou fazer a minha já tão conhecida cara de bobo e repetir aquela velha lorota: “Desculpa, isso nunca aconteceu comigo antes”. A grande diferença é que, dessa vez, não adiantava fugir, pois ela era minha namorada, e agora só me restava encarar a situação.

Nicole foi completamente compreensiva. Disse que não se importava, acalmou-me, mandou me deitar e deitou-se em meus braços. Depois de certo tempo, quando o nervosismo e a vergonha já tinham passado, resolvi contar a verdade e falei sobre a minha inexperiência.

Resolvi me abrir

Acontece que, em nossas conversas no começo do relacionamento, Nicole me contou que já tinha sido noiva, e que o ex-noivo tinha sido seu primeiro e único namorado antes de mim. À medida que explorei mais o assunto, ficou claro que ela tinha tido relações sexuais com esse rapaz, e então, na ocasião, resolvi não contar sobre minha virgindade.

Ficamos conversando por bastante tempo. Como Nicole achava que eu tinha tido relações sexuais com minha ex antes da faculdade, ela voltou a me perguntar sobre meu namoro. Eu nunca tinha contado detalhes sobre meu antigo relacionamento, principalmente sobre como tudo terminou. Acho que um dos motivos era exatamente para não deixar claro que eu ainda era virgem. Falei tudo sobre minha história com minha ex e, na sequência, ouvi tudo sobre o noivado de Nicole.

Ela me contou que, aos dezenove anos, tinha a intenção de se casar virgem, mas, após marcar a data do casamento, acabou cedendo à pressão para ter relações sexuais. O triste foi que, apenas três semanas depois, ela acabou descobrindo que o calhorda tinha outra namorada em uma cidade à qual ele ia algumas vezes por ano a trabalho.

Sou, por natureza, curioso, e é incrível como gostamos de nos machucar com detalhes sórdidos absurdos! Eu não resisti e fiz a ridícula pergunta de quantas vezes eles transaram durante essas três semanas, e o pior, ela sabia a resposta. Eu perguntei na expectativa de ouvir que tinha sido uma ou duas vezes, mas, como ela fez uma expressão de quem sabia e não queria contar, ficou claro que não havia sido tão poucas vezes assim. Insisti em saber, argumentando que, quanto menos escondêssemos um do outro, mais unidos estaríamos.

A frequência de sexo com o ex dela me assustou!

Após muita insistência, ela finalmente me contou que tinha tido relações sexuais por 27 vezes. Imediatamente fiz as contas: se o namoro durou um total de 23 dias após eles começarem a transar, era provável que transaram todos os dias, e em alguns dias foi ainda mais vezes. Não gostei de saber que ela se deu para outro homem com tamanha intensidade, pois tal número, de certa forma, deixou claro o quão profundamente estava envolvida e apaixonada. Isso era óbvio, tendo em vista que eles iam se casar, mas foi estranho ver esta intensidade refletida em números.

Findo o relato, Nicole aproveitou para fazer uma “pressãozinha”, dizendo que, mesmo não sendo mais virgem, de forma alguma sairia transando com qualquer um, e que, se estávamos ali deitados nus em sua cama, era porque ela tinha certeza de que nosso relacionamento era sério.

Confesso que o comentário me arrepiou, pois eu levava nosso relacionamento a sério no sentido de ser fiel e sincero, no entanto, certamente, ainda não pensava em casamento. Ficamos em silêncio por alguns minutos, até que ela me acariciou no rosto e eu reagi beijando-a. A princípio, foi um beijinho suave, quase um selinho, mas ela me beijou de volta, e então a troca de beijos foi desvanecendo minha chateação, e logo voltou a me incendiar.

Faculdade: Minha segunda vez

Ajeitei Nicole em meus braços até sentir nossos corpos se unindo mais uma vez, fazendo-a suspirar. Agora, sem o peso de ter de me fingir de experiente, e com a adrenalina e a sensibilidade física já bem reduzida, minha performance foi totalmente diferente. Pude resistir bastante, tempo suficiente para vê-la se contorcendo de prazer em meus braços ao chegar ao ápice do prazer, e então eu a acompanhei.

Quando tudo terminou, ficamos deitados em silêncio, recuperando o fôlego. Eu estava feliz e aliviado por confirmar que não existia nenhum problema comigo, além do nervosismo e da burrice por tratar a virgindade como se fosse algo feio.

Hoje, vejo a virgindade como uma forma de pureza e entendo que, independente de ser homem ou mulher, alguém que se envergonha disso certamente já tem uma lacuna perigosa em seus princípios, e o pior é que essa deformação de conceitos é crescente na sociedade.

Passado um tempo, voltei a acariciá-la, e, com toda a energia da juventude, não demorou para eu estar pronto para um terceiro round. As carícias logo resultaram em beijos, que, por sua vez, seguiram até eu voltar a me encaixar em cima dela. Dessa vez, estando totalmente confiante, despejei todo o vigor de um jovem sedento para sentir os prazeres do sexo.

Meu relato de um ex-virgem

Insaciável, eu a castiguei com toda a minha vontade e energia, até que, depois de bastante tempo, ela, completamente suada e exausta, voltou a chegar ao ápice do prazer e, por fim, relatou já não resistir mais. Imediatamente, obedeci e parei, até porque eu também já estava esgotado, tanto que, após parar, senti certo formigamento no corpo de tanto esforço que eu tinha feito.

Em busca de mais detalhes sórdidos, não resisti e perguntei como tinha sido para ela, e a resposta foi uma bela massageada em meu ego. Nicole respondeu que não imaginava ser possível sentir tanto prazer quanto eu proporcionei!

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E aí, gostaram desse conto erótico de sexo na faculdade? Ele é baseado no livro: Detalhes Sórdidos, de  Fernando H. de Marchi. E que até o momento dessa postagem, estava disponível gratuitamente no site da Amazon.

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